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Três crianças se juntam para enfrentar um terrível inimigo. Bom, na verdade, elas são minhocas e estão unidas para vencer um tatu-bola conhecido como Big Wig, um ditador maníaco. Essa é a história de Minhocas – O Filme, o primeiro longa-metragem em stop motion feito no Brasil, dirigido por Paolo Conti e Arthur Nunes. Pode ficar tranquilo! As minhoquinhas são presença confirmadíssima no Anima Mundi 2014!

Minhocas foi inspirado em um curta de mesmo  nome feito pelos diretores Paolo Conti e Arthur Nunes

Minhocas foi inspirado em um curta de mesmo nome feito pelos diretores Paolo Conti e Arthur Nunes

Na verdade, Conti e Nunes já passaram por aqui. Em 2006, eles ganharam o prêmio de Melhor Curta Infantil escolhido pelo júri popular. Foi este o curta, também chamado Minhocas, que inspirou o longa que será exibido no festival desse ano. Na edição do ano passado, Paolo esteve mais uma vez conosco, no ANIMA FÓRUM. E ainda trouxe uma exposição super interativa com os cenários, bonecos e adereços usados na filmagem do longa.

Em Minhocas – O Filme, o confuso Junior está entrando na adolescência e cheio de dúvidas existenciais. Alguns colegas o consideram muito mimado pela mãe e, para provar o contrário, ele vai desafiar um deles para um salto sobre um penhasco muito alto. No entanto, antes mesmo do desafio começar, os dois são capturados por uma escavadeira. No meio de muita confusão eles conhecem uma minhoca fêmea. Juntos, os três lutarão com Big Wig, que deseja controlar todas as minhocas do mundo com a ajuda de sua Gangue de Lama. É nesse processo que nosso herói vai descobrir o real valor da amizade, da coragem e da auto-confiança.

Confira abaixo o trailer da primeira produção longa brazuca toda em stop motion:

Minhocas tem alguns diferenciais importantes. Primeiramente, o filme entra para a história como o primeiro longa de animação em stop motion feito no Brasil. Foram ao todo cinco anos de produção e cerca de 70 artistas envolvidos em todo o projeto. Em uma conversa com a equipe do blog, Conti contou que se mudou para Florianópolis com essa galera toda. “Precisávamos isolar esses artistas em um lugar onde eles não fossem incomodados”, explicou o diretor.

Outro dado interessante é que o filme usou um recurso ainda pouco utilizado nas animações: o uso de uma impressora em 3D. Os diretores escolheram usar a ferramenta para facilitar a produção. Segundo Conti, a ferramenta serviu para fazer as bocas e expressões dos personagens e facilitar a sincronia entre as falas e os movimentos da boca – o famoso lip sync. Foram mais de 1400 bocas! Outros filmes em stop motion também já usaram o recurso, como o Coraline, do diretor Henry Selick, por exemplo.

Entrevista com Paolo, na conversa que tivemos com ele, aproveitando sua passagem pelo ANIMA FORUM:

Não dá pra perder, né? 🙂

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