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Anima Mundi

The Dam Keeper, o vencedor do prêmio de Melhor Curta-Metragem Infantil do Anima Mundi 2014, em Sampa, encantou animaníacos de todas as idades. E que mês melhor do que outubro para falar um pouco sobre ele? Afinal, o dia das crianças é uma das nossas comemorações preferidas!

Muita gente com certeza já é fã dos diretores, mesmo sem saber. Dice Tsutusmi e Robert Kondo fizeram a direção de arte de outros filmes super queridos, como A Era do Gelo, Ratatouille, Universidade dos Montros e Toy Stroy 3. Mas, dessa vez, os animadores da Pixar partiram para uma produção bem diferente!

A história se passa em um futuro distante, em uma pequena cidade. Lá, um porquinho tem um trabalho muito importante: ele deve cuidar do moinho que impede que nuvens venenosas se aproximem da cidade. Mas os seus colegas da escola fazem comentários maldosos… Coitado dele! Felizmente, tudo muda com a chegada de um novo aluno. Sabemos que eles passam por grandes aventuras, mas será que eles se tornarão amigos inseparáveis? 

Dice Tsutsumi; Robert Kondo

O filme faz parte do programa Pixar’s Co-op, que existe para que os profissionais se desafiem aprendendo novas técnicas!

O processo de produção foi um tanto único e, segundo Kondo, não poderia ter sido bem sucedido sem tecnologia. No começo, quando ainda eram só eles dois, os diretores passaram um ano se comunicando pela internet para criar a história! As primeiras ideias, segundo ele, foram escritas no conforto de suas casas, em cafés e basicamente em qualquer espaço em que se sentissem criativos.

Robert Kondo

Esse é um dos rascunhos de Robert Kondo!

Depois, quando a equipe já tinha 70 pessoas, eles alugaram um espaço na Califórnia e, logo, o encheram de quadros de inspiração e artes conceituais. Dá até para imaginar, né? Parece que o trabalho entre os artistas foi super transparente e, como nós já sabemos, isso deu em um ótimo resultado, certo?

Kondo também disse que um dos maiores desafios foi dar vida aos lindos desenhos de Dice. Afinal, expressar as ideias do criador não é nada fácil. 

”Um animador é um ator, então nós temos que atuar e ter a melhor escolha de atuação e performance, para passar o que o personagem está sentindo e pensando”.

Uma outra parte bem bacana do filme foi a criação das esculturas dos personagens: elas foram feitas para inspirar os animadores, que também as usaram como referência. O trabalho foi de Andrea Blasich; ele disse que tentou transferir a dimensão 2D do desenho para a 3D da escultura. No final, foi um trabalho em conjunto entre ele, Dice e Kondo, com um resultado que encantou a todos!

“Você tenta dar o primeiro empurrão, e então os próximos caras dão o segundo e o terceiro empurrão. E então, no final, nós teremos algo único. Essa é a chave”, diz Andrea.

O filme foi feito com mais de 8.000 desenhos e, no final, foi uma mistura entre animação tradicional desenhada à mão e pinceladas muito especiais. Um jeito único de trazer o estilo à vida! Apostamos que você ficou encantado também! Então confere algumas fotos do processo de produção do filme:

Esse foi um dos desenhos que Kondo fez na primeira semana!

Esse foi um dos desenhos que Dice fez na primeira semana!

 

Essa é uma das aquarelas de Dice e foi feita na segunda semana!

Essa é uma das aquarelas de Kondo e foi feita na segunda semana!

 

Olha como as coisas estavam na 3ª semana!

Olha como as coisas estavam na 3ª semana!

 

4ª semana!

4ª semana!

 

Kondo e Dice criaram esse desenho ao vivo na parede!

Kondo e Dice criaram esse desenho ao vivo na parede!

 

Andrea

Uma das esculturas de Andrea!

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