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“Todos juntos somos fortes, não há nada pra temer”, já dizia a canção Todos Juntos do musical Os Saltimbancos. Amizade e companheirismo são lições muito comuns em livros, filmes e histórias que nos contam quando crianças.

Em Room on the Broom a história é parecida. Durante uma jornada, estranhos se juntam a uma equipe formada por uma bruxa, um gato e sua vassoura voadora. No entanto, ao embarque de cada novo membro, a viagem fica mais difícil e eles precisam se virar pra seguir em frente.

Uma bruxa e seu gato vão precisar de ajuda para enfrentar alguns problemas

Uma bruxa e seu gato vão precisar de ajuda para enfrentar alguns problemas

Em entrevista, os diretores Jan Lachauer e Max Lang deixam claro que a lição do filme é que, mesmo que a viagem se torne mais complicada com mais pessoas, há coisas que não se pode fazer sozinho. “Não é o tamanho da vassoura que deve definir um grupo, mas o tamanho do grupo que deve definir a vassoura. Juntos, eles criam um mundo onde ninguém fica para trás”, finalizam os dois diretores.

O próprio Room on the Broom é a prova disso. Afinal um filme, mesmo que seja um curta-metragem, precisa de muita gente ajudando para se tornar realidade. É impossível embarcar numa viagem dessas sozinho. A começar pelo fato de que o curta, que tem pouco mais de 25 minutos de duração, é uma coprodução entre dois estúdios: o German Magic Light Pictures e o Studio Soi, ambos do Reino Unido.

A partir daí entram profissionais das mais diversas habilitações: desenhistas, coloristas, cenógrafos, animadores. Todos em conjunto para que o resultado final fique bonito e caia nas graças do público. No caso de Room on the Broom dá pra falar que deu certo, e muito!

O filme ganhou o prêmio de Melhor Curta Infantil no Anima Mundi em 2013, na escolha do júri popular, tanto no Rio quanto em São Paulo. Além disso, foi indicado ao Oscar de Melhor Curta-Metragem neste mesmo ano.