PT | EN

Vinte anos de existência não é pouca coisa! Nesses momentos, costumamos olhar pra trás com nostalgia. Rimos das dificuldades superadas, nos emocionamos com conquistas alcançadas e assim entendemos melhor quem somos e a que passo estamos. E em meio a muitas histórias curiosas nessas duas décadas, um “personagem” se destaca. Um fusca bege ano 1970, o primeiro veículo oficial do ANIMA MUNDI.

Fuscão do ANIMA MUNDI

Marcos Magalhães ao lado do Fuscão, parte da história do ANIMA MUNDI

No mesmo ano que Pelé, Jairzinho, Tostão, Rivelino e companhia limitada consolidavam a seleção canarinho como a maior do mundo, Sérgio, avô do diretor Marcos Magalhães, comprava o possante.  E desde então o “Fuscão” – modo como se chamavam os Fuscas com motor 1500 – está na família.

Foi logo em 1993, ano do primeiro ANIMA MUNDI, que o Fuscão entrou em cena. Foi nele que os grandes Paul Driessen e Nico Crama foram recebidos e transportados quando chegaram ao Brasil para participar do festival. Nos anos seguintes ele ainda foi utilizado, mas não mais como transporte oficial de convidados.

Fuscão optimista

O otimismo é o segredo

Mas como tudo na vida, o carro também passou por situações tensas. Em 1994 ele foi vítima de uma bala perdida na Lapa, ao se ver encurralado no meio de um tiroteio. A bala acertou o motor, que se incendiou, mas o Fusca sobreviveu! Assim como todos os seus ocupantes, claro! Marcos chegou a incluir uma cena sobre o episódio em seu curta “Pai Francisco entrou na Roda”.

Após o fim de seus serviços à animação brasileira, em 2002, o Fuscão ainda estrelou um clipe da banda Os Optimistas, da qual Marcos faz parte, no ano de 2007. Hoje, o automóvel aproveita sua merecida aposentadoria e só costuma deixar a garagem aos fins de semana, quando Pedro, pai de Marcos, gosta de sair e passear, sempre com um dos filhos ao volante.

Todo mundo tem um carro especial durante a vida, conta pra gente a história do seu! É só usar o espaço de comentários, logo aqui embaixo. 😉