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Anima Mundi

É chegada a hora! Podemos dizer que é nessa sexta que o Anima Mundi chega à maioridade, comemorando seus 18 anos em todos os cantos da programação (que você já pode ir conferindo por aqui). Mas na última segunda-feira, realizadores, patrocinadores e alguns convidados do festival já puderam conferir na Praça Animada do Centro Cultural Correios um pouco do que vem por aí em uma sessão de abertura. Mais uma vez conduzida pelo ator e diretor Fernando Caruso, que já tem uma história junto ao festival, a sessão fez um breve apanhado do que o Anima Mundi tem a oferecer de mais variado entre as mostras especiais e competitivas.



Estiveram presentes na sessão Nilton Cannito, Secretário do Audiovisual no Minc, Julia Levy, representando a Secretaria de Estado de Cultura, Marcos Mantoan, diretor do CCBB e Maria Arlete Gonçalves, representando a Oi e o Oi Futuro, parceiros do festival juntos com a IBM e a Petrobras. Este ano, o Anima Mundi conta também com três novas parcerias, o ONS – Operador Nacional do Sistema Elétrico, a Sony e a RioFilme, que também estiveram presentes na abertura.



Aida Queiroz, Marcos Magalhães, Cesar Coelho e Léa Zagury, diretores do Anima Mundi, deram seus recados antes da sessão começar. Aida mostrou alguns números que mostram como a indústria de animação no Brasil cresceu junto com o festival. Em uma pesquisa feita recentemente, levantou-se que no período entre 1910 e 1992 foram produzidos no Brasil cerca de 171 filmes de animação, entre longas e curtas. De 1993, ano de estreia do Anima Mundi, até este ano, o festival recebeu inscrições de mais de 2600 animações, uma evidência concreta da força do festival junto à industria brasileira de animação. “Como animadores também, é uma emoção muito grande”, completou.

Cesar Coelho aproveitou para lembrar do início da empreitada: em 93, foram utilizadas apenas duas salas do CCBB na primeira edição do evento – que lotaram. No ano seguinte, o Centro Cultural dos Correios entrou com o espaço e a parceria. A partir do terceiro ano, o público pôde ver as maiores sessões na primeira versão da Praça Animada. E o resto, como temos acompanhado, é história. Marcos Magalhães não esqueceu de comemorar a data, e desejou que todos possam se sentir como se (“já” ou “outra vez”) tivessem 18 anos nesta edição, e Léa Zaguri não deixou de agradecer a presença fundamental no festival: a dos animadores.


Marcos Magalhães, Léa Zagury, Cesar Coelho e Aida Queiroz, os diretores do Anima Mundi


Entre os filmes exibidos, estiveram o brasileiro Anjos do meio da praça, de Alê Camargo e Camila Carrossine, impressionante trabalho de animação em computação 3D, Der Da Vinci Timecode, de Gil Alkabetz, onde a imagem de um dos mais famosos quadros do mundo é fragmentada para formar movimentos secretos e inusitados, o institucional Rise Above Plastics, da Surfrider Foundation e o divertidíssimo Runaway, do canadense Cordel Baker, um dos nossos convidados esse ano, Todos eles, claro, podem ser achados aqui. Programem-se!

Os anjos do meio da praça, de Alê Camargo e Camila Carrossine


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